
JANTAR ANUAL DO C.N.O.C.A. Nele serão entregues os prémios das regatas do Dia da Marinha 96 e do 47º Festival Náutico. É no dia 23/11 às 20h00, na Escola Naval (Alfeite). O clube gostaria de que este jantar fosse um agradável convívio de gentes da Vela, aprofundando o conhecimento mútuo das marinhas militar e de recreio. A ANC reforça este desejo, apelando a que os sócios compareçam. Preços: 1.000$00 até aos 15 anos (inclusive), 2.000$00 acima dessa idade. Inscrições para o CNOCA, tel/fax 01-2751614, até 19/11, pagamento à entrada do jantar.
JANTAR DE ANIVERSÁRIO. Este tradicional momento de confraternização da família ANC irá ter ocorrer no início de 1997, como a prática anterior aconselhou. A data e demais pormenores serão dados na próxima FI.
NOVO DELEGADO PARA O ALGARVE. Na sequência do pedido de exoneração do Sr. Arqº José Veloso, foi nomeado Delegado da ANC no Algarve o Sr. Engº João Pedro Ferro, proprietário do TEMI, cujo fundeadouro é Olhão. O Sr. Engº J. Ferro reside em Vilamoura e o contacto é o tel. 089-301062. Questões administrativas da frota do Algarve, pedidos de Certificado de Abono, quotas, continuarão a ser tratadas directamente com a sede.
AGENDA. O pedido, à APL, de renovação de estacionamento anual deve ser apresentado nas docas de recreio até 30 dias antes do termo da autorização de estacionamento, acompanhado de: Certificado de Registo da embarcação; Livrete com vistoria válida; Apólice de seguro de responsabilidade civil, mínimo 3.000 contos. A não apresentação do pedido de renovação até 2/12/96 implica facturação mensal do lugar a partir de 1/1/97. O não pagamento da factura dentro de 30 dias após a emissão implica a perda imediata do lugar e a facturação à taxa mensal. A APL não aceita pedidos de renovação fora do prazo definido, nem pagamentos atrasados de facturas. O pedido de renovação pode ser efectuado em qualquer dos balcões da Náutica de Recreio da APL, em impresso que será fornecido no acto. Se o pedido for apresentado nas docas do Bom Sucesso ou Alcântara, deve ser acompanhado de fotocópia dos documentos a mostrar. (Resumo de uma circular da APL, recentemente recebida). Apraz-nos registar que, pela primeira vez, a APL teve a gentileza de enviar a cada utente uma circular sobre esta matéria.
ROTAS DA INDIA. À data de edição desta FI já terá partido o nosso consócio e celebrado navegador Manuel Martins, a bordo do CASVIC, cuja largada de Lisboa estava prevista para dia 17/11 às 14h00. Toda a ANC lhe deseja bons ventos e tudo a correr pelo melhor nesta longuíssima viagem.
CONGRESSO DO DESPORTO DA VELA. Organizado pela FPV em 8, 9 e 10/11, debateu aspectos globais da vela ligeira, as bases de alargamento da sua prática em Portugal, como preparação do quadriénio 1997-2000 e do salto qualitativo pretendido para a participação nacional nos Jogos Olímpicos de Sidney, em 2000. As comunicações apresentadas encontram-se disponíveis para consulta, na sede.
VISTORIAS. A OREY, Lda. não só é empresa apoiante de longa data, com descontos em material e manutenção de balsas, como nos alertou de que a notícia dada na FI anterior sob esta rubrica, baseada num documento da Capitania de Lisboa, vai ser ultrapassada pela entrada em vigor, em 30/11, da Portaria 427/96, publicada em 30/8/96 no Diário da República nº 201, I Série B, que regulamenta os meios de salvação e segurança, aparelhos, meios de radiocomunicações, etc. Já tínhamos dado por isso, mas agradecemos na mesma a gentileza. Basicamente, e sem prejuízo dos sócios consultarem tanto esta portaria como o Dec.-Lei 329/95, de 9/12/95, que aprova o Regulamento da Náutica de Recreio, as embarcações tipo A (Oceânicas), B (Largo, até 200’ de um porto), C1 (Costeira, até 60’ de um porto e 25’ da costa) e C2 (Costeira, até 20’ de um porto e 6’ da costa), devem ter todas jangada pneumática (de libertação e enchimento automáticos nas A e B). 2 bombas de esgoto, sendo uma manual. Escada permanente se a altura da borda à linha de água > 0,5 m. Extintores de pó, de 2kg. junto a motor interior, 1 kg. no salão, outro na cozinha se separada do salão. VHF c/ operador autorizado. Bóias de salvação devem ser: 1 até 9m. comp.; 2 de 9 a 15m.; 4 de 15 a 24m.; uma delas c/ retenida flutuante de 30m. e sinal luminoso. Coletes para todos os tripulantes, de criança se as houver. Três ajudas térmicas nas A e B. Sinais de socorro de pára-quedas, fachos de mão e fumígenos, por esta ordem e respectivamente: A - 6, 4, 2; B - 4, 4, 1; C1 - 3, 3, 1; C2 - 2, 2, 1. Três arneses e radiobaliza de localização por satélite nas A, B e C1. Equipamento de primeiros socorros, farmácia de bordo, e mais uma série de pormenores pelos quais se recomenda vivamente a consulta da legislação, à disposição na sede.
PROBLEMA. Imagine o leitor que estava no Cruzeiro ao Guadiana. Vindo a navegar a motor e de velas ferradas porque desde manhã o vento era zero, o seu fora-de-borda, pela primeira vez na vida (ah! ah! ah!), parou e recusou-se a pegar. As águas estavam espelhadas, o fumo das chaminés subia na vertical. Felizmente, a corrente era de 4 nós, na direcção favorável. O leitor, interessado em chegar rapidamente a mais um dos opíparos jantares do programa antes que a maré virasse, que faria? 1º - Deixava-se ir à deriva com a corrente, sem mexer no aparelho? 2º - Içava as velas e deixava- se ir à deriva? 3º - Içava as velas e tentava fazer bordos de margem a margem?. O prémio para as respostas certas, a enviar para a sede, é um morango a mais na sobremesa do Jantar de Aniversário (da outra vez, com o "motor-sailer", ia- nos saindo caro...). Solução na próxima FI.
Página principal da A.N.C.
Coloque aqui o seu correio, sugestões, ou informações.