
No sentido de estreitar relações, estabelecer laços de cooperação e trocar experiências, realizou-se em 1995 a primeira regata entre uma empresa portuguesa e a sua congénere japonesa.
Dada a partida, a equipa japonesa de imediato se distanciou, tendo cortado a meta com uma hora
de vantagem.
Após o desaire, a direcção reuniu para determinar quais as causas de tão desastrosa actuação.
Depois de longos e cuidadosos estudos verificou-se que na equipa japonesa havia dez remadores e
um chefe de equipa e que no conjunto português, eram dez os chefes e um remador.

Estes factos levaram a direcção a delinear e a pôr em prática uma nova estratégia para o ano seguinte.
No ano de 1996, após dado o sinal de partida, a equipa nipónica começou imediatamente a ganhar
vantagem desde a primeira remada. Desta vez a equipa portuguesa chegou com duas horas de atraso.
A direcção voltou a reunir, após forte reprimenda da Administração.
Verificou-se mais uma vez que os japoneses tinham atacado com uma equipa constituída por dez
remadores e um chefe de equipa, enquanto os portugueses, cumprindo as eficazes medidas estudadas
pelos estrategos, apostaram numa formação composta por um Chefe de Serviços, dois Assessores da
Administração, sete Chefes de Secção e um remador.
Reunida novamente a equipa técnica, acertam-se novas estratégias e resolve-se, por unanimidade,
atribuir um voto de desconfiança ao remador pela sua incompetência.
No ano de 1997, como era habitual, a equipa nipónica voltou a adiantar-se à portuguesa, cuja embarcação encomendada ao recém criado departamento das novas tecnologias, chegou com quatro horas de atraso...

Após a regata, e para avaliar os resultados, celebrou-se uma reunião ao mais alto nível, com a
participação de toda a Administração, chegando-se à seguinte conclusão:
Página principal da A.N.C.
Coloque aqui o seu correio, sugestões, ou informações.